DEMOCRACIA PARTICIPATIVA- A única verdadeira!

A rica industria da pobreza

A rica industria da pobreza


pobreza nos eUA


A RICA INDUSTRIA DA POBREZA

 

Fala-se muito em acabar com a pobreza, mas de efetivo, vê-se muito pouco. Parece que a pobreza serve a “alguém” ou a algumas “instituições”

 

 

A ignorância nos faz acreditar em muitas coisas que são completamente impossíveis, como salvar-nos de uma doença para a qual não existe cura, transformar nosso casebre num palácio num piscar de olhos, acertar numa loteria milionária. Só um milagre seria capaz disso. No passado da humanidade apareceram uns profetas que amenizaram as ansiedades dos que queriam ficar ricos, curar-se de doenças. Alguns conseguiram ficar ricos fazendo escravos, conquistando pela força de exércitos, matando familiares para ascenderem ao poder, como Brutus matou César. A história, desde a antiga, até a de nossas eras mais recentes, contam-nos a história de uma humanidade onde uns buscam a qualquer preço conseguir o que desejam, e outros se submetem porque não têm a força para impedir que sejam roubados. Hoje, em regimes democráticos – como dizem ser todos os regimes atuais - rouba-se pelas falhas premeditadas das leis, pelo não cumprimento das leis, ou por juizes que mal as interpretam. Não raro os governos que se regem por rígidas constituições, conseguem meios a que chamam legais de alterar a constituição. Os juizes que aprovam estas alterações conseguem convencer senados corrompidos com o poder, de que tais modificações são válidas e não ferem a constituição. Os altos salários e benesses dos senadores, contribuem enormemente para que mantenham, a qualquer custo, aquilo a que chamam Ordem: isto é, a opinião desse bando de senhores e senhoras chamados de senadores e senadoras. Dizem que o povo vota mal. Não, o povo não vota mal. O povo vota nos candidatos que os partidos lhes apresentam para serem votados. Estes candidatos não podem desobedecer às diretrizes dos partidos. Os partidos obedecem às empresas que lhes financiam as campanhas políticas com grandes sobras de campanha.

 

E a industria da pobreza como funciona?

 

Descobriu-se, recentemente, na era moderna, uma classe de pessoas que freqüentam universidades em cursos específicos: São os “formadores de opinião”. Essas pessoas não estão interessadas em melhorar a vida de ninguém em geral, ou estabelecer novas filosofias políticas. Elas fazem parte de um grupo de apoio ao governo e aos partidos políticos e dentre outras funções são capazes de: explicar a necessidade de uma nova lei, de uma aliança política inconveniente, de filiar-se a um partido, de justificar absurdos de forma a que se transformem numa “moda” ou numa necessidade. Por exemplo, e pelo “método de redução ao absurdo”, poderiam convencer boa parte da população de que não é conveniente cultivar trigo ou consumir pão de trigo, numa segunda fase, quando faltar trigo, convencer que a culpa é do governo anterior, e numa terceira fase a pedir o impeachment do governo atual porque não apoiou os produtores atuais de trigo. A política, sempre com base em mentiras, falsas necessidades, tenta sempre equilibrar o desconforto dos cidadãos de modo a que estes julguem serem convenientes e aceitáveis ”as regras” que os governos lhes impõem e suas alterações. Em grande parte são ajudados pela religiosidade de grupos religiosos, que vêm na promessa de lugar nos céus, uma sustentável conformidade com as dificuldades da vida. Pensam que depois, lá no paraíso, serão recompensados. Algumas religiões em particular já “oferecem” algo mais imediato: Afirmam que se receberá em dobro o que se der. As igrejas ficam com o dinheiro, e os fiéis com a fé. Este tipo de aproveitamento da inocência popular provoca também, e tem provocado ao longo da história, batalhas e confrontos por diferenças religiosas, devidas à falta de educação nas escolas e instituições de ensino. Religiosos se aproveitam para enriquecer as suas contas bancárias. Em países onde a educação é levada a uma enorme maioria, senão a todos os cidadãos, isto já não é possível em grande escala. A Constituição Européia nem faz  menção a qualquer deus em seus termos e condições. Todas as religiões pregam a teoria da Conformação, segundo a qual, fiel de “deus” - seja deus o que quer que entendam como deus – todo aquele e aquela que se conforma com o modo de vida, não reclama, pode ser extirpado de seus haveres porque nada representam na vida terrena. Mas ficaria a pergunta, para gente inteligente e educada, para que querem então as igrejas esse dinheiro que tiram dos cidadãos fiéis. Dirão que é para construir novas igrejas e angariar mais fiéis. E se todas as igrejas agirem assim, resta a pergunta: Quando será a próxima grande guerra religiosa como no tempo das cruzadas...

 

Religião fora, como funciona a industria da pobreza?

 

Pobre não tem noção do dinheiro. Desde a mais tenra infância vive sempre gastando tudo, não porque não saiba economizar, porque até sabe, mas porque o dinheiro é pouco e para ter o suficiente para se sustentar, gasta o pouco, quase nada, que tem. O dízimo que pagam à igreja funciona como um boleto da sorte: Será que serão sorteados no próximo escrutínio da loteria de deus para receberem o dobro do que deram, e até mais, ficando ricos? Ou pobres, mas indo para o céu?  E os altos impostos que pagam embutidos nos gêneros alimentícios? Dizem que “é assim” e que sempre foi. E se passa candidato a eleições que lhes promete uma camiseta, uma bicicleta, umas cestas básicas, vendem seu voto. Acreditam no candidato assim como acreditam em que pagando dízimos irão para o céu. São capazes de passar décadas e décadas esperando por candidato que fará as obras que acabem com os esgotos a céu aberto, sempre cheios de esperança, mas são incapazes de se juntarem, contratarem um advogado e meter uma ação contra a prefeitura que não cuida do que deveria cuidar. Os impostos são tão altos que deveriam ser suficientes para cuidar de tudo, mas não servem para nada. O fim dos impostos é outro: Servir os financiadores de campanhas políticas, os grandes investidores da indústria da pobreza, que ganham sem fazer nada de útil para os cidadãos carentes.

 

A indústria do tabaco está com seus dias contados. Mas vale lembrar como funciona a economia. Havia. Em algumas marcas, dois tipos de maço para cada marca: o maço de papel comum, e o “flip-top”, feito com cartão, e que podia abrir e fechar toda a vez que se tirava um cigarro do maço. Pois bem: o preço era igual para ambas as embalagens. Mas, como evidentemente, uma embalagem era mais cara do que outra, o que acontecia, era que, a classe mais pobre e em maior número de consumidores da marca, financiava a embalagem mais cara para um grupo menor de consumidores. Poderemos perguntar porque razão a classe mais pobre não comprava “flip-top”. Por uma razão muito simples: por vergonha de usar um produto destinado a “gente de classe”, e por não ser condizente com seu “status”, ou com seus hábitos, ou até com sua roupa. Um maço desses só compravam em festas, em momentos sociais. A falta de educação inibe, limita, causa vergonha própria. Da mesma forma, a industria brasileira vende carros de marcas estrangeiras, vendidos aqui no Brasil, a preço superior ao que exportam. Ou seja, o consumidor brasileiro paga parte do valor dos carros que são exportados para consumidores que, pelo contrário dos nacionais, têm muito maior poder aquisitivo.

 

Pobres e ignorantes conformam-se com os mandos e desmandos do poder, quer seja emanado do poder público, ou dos sacerdotes das igrejas. O poder público fala em nome dos cidadãos – sem sequer lhes pedir opinião, dizendo-se seus representantes. Os sacerdotes falam em nome de deus, sem sequer saberem se deus fala muçulmano, hindu, língua judaica, inglesa, russa, grega, sioux, guarani ou banto.

Não se combate a venda de drogas nem se vigiam as fronteiras como se poderia, e embora a polícia saiba onde se vendem drogas e por onde entram - em todo o mundo - cada vez o consumo aumenta mais. Então criam centros públicos para tratamento, e uma nova indústria muito rentosa se espalha pelo planeta: cuidar dos dependentes químicos que se fabricam todos os dias. 

 

 

Muito tempo ainda decorrerá até que se entenda, pela educação, o que é a Democracia Participativa. Há ainda muito trabalho pela frente.

 

Mas o que é ser pobre? O Banco mundial diz que é quem ganha menos do que dois dólares por dia... Como de pode acreditar numa estupidez destas? O Banco Mundial é também um formador de opinião e temos que ter cuidado com o que ele afirma. Existe farta documentação a respeito na NET. Para a democracia participativa, por favor consulte http://conscienciademocrata.no.comunidades.net/.

 

Rui Rodrigues

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     DP

    Na humanidade, o que importa é o individuo. Todo o resto da paisagem que nos cerca serve para manter o individuo. Vivemos em sociedades, cada uma com suas características e se viverem em paz entre si não teremos guerras. Parece lógico, mas ou não é lógico, ou há grupos dentro das sociedades que não entendem esta lógica. Esquecem o coletivo e olham para si mesmos querendo o mundo para si. Restringem a humanidade ao seu grupo.

    Todo o ser humano que seja verdadeiro democrata é a favor: 

    1. Dos direitos da criança
    2. Dos direitos humanos
    3. Da paz entre as sociedades e as nações
    4. Da igualdade de gêneros perante a lei e as instituições religiosas
    5. Pela liberdade de expressão em qualquer lugar
    6. Pela sustentabilidade do planeta
    7. Pela proteção da vida selvagem
    8. De rejeitar qualquer movimento ou ação terrorista
    9. De rejeitar qualquer tipo de violência
    10. De votar item por item a própria Constituição que regirá o governo
    11. De ampliar a democracia ao direito de deseleger quem perca a confiança do eleitor
    12. De ter voz decisiva nas decisões de Estado, por votação popular. 
    13. Da Justiça independente da política
    14. Da nomeação de Juízes do Supremo Tribunal e Ministros por votação popular. 
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