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A segunda guerra da Coréia

A segunda guerra da Coréia

Existe um risco de guerra eminente envolvendo numa primeira instância as duas Coréias, e os EUA. É um assunto antigo, não resolvido, que data de 1950 numa época em que o mundo estava polarizado numa guerra muito especial: A guerra fria. O mundo se dividia entre duas potências quase igualmente fortes: A URSS e os EUA. A guerra entre as duas Coréias no entorno do paralelo 38, foi quente. Bem quente e raivosa. Nela morreram três milhões e meio de pessoas. Nunca um tratado de paz foi assinado e a solução ficou postergada através de um cessar fogo. Entretanto, a Coréia do Norte dominada sucessivamente por membros da mesma família no governo, fortaleceu-se como nunca se imaginou que pudesse e agora ameaça com bombas nucleares afirmando que podem alcançar os EUA. Até uns dias atrás estava suportada pela China e pela Rússia. A China desistiu de apoiá-la. A Rússia deverá anunciar sua retirada de apoio nos próximos dias.

 

O que aconteceu desde 1950, o que está acontecendo e o que poderá acontecer?

 

 1.      A primeira guerra da Coréia.

 a raiva

Em 1950 a Coréia era um marisco batido por três mares em disputa de uma rocha dividida: Os EUA e a URSS em conjunto com a China eram os mares. A Coréia do Norte era uma rocha e a Coréia do Sul outra. O povo coreano, o marisco que habita as duas rochas. Na verdade, uma disputa de influências. A região é estratégica e comercial. Em 1945, ao final da segunda guerra mundial, EUA e URSS haviam assinado um tratado dividindo as duas coréias: A do norte sob influência russa, e posteriormente também da China, comunistas, e a do Sul sob influência americana. Justamente em 1950, Num ato tresloucado, a Coréia do Norte invade a Coréia do Sul e toma a capital, Seul. O resultado foi a intervenção da ONU e a convocação do general Mc Arthur, herói da segunda guerra mundial, que retaliaram. As forças comandadas por Mc Arthur retomam Seul e logo avançam pelo território norte-coreano.  Morreram cerca de três milhões e meio de pessoas.

 Marlim Monroe visita tropas na Coréia                  coreia do norte invadida

Em todas as guerras os soldados lutam com certa dose de raiva. É normal, mas relatos pessoais de soldados, filmes, livros, denotam a existência de uma raiva “anormal” por exacerbada. O ingrediente extra era a guerra fria entre as duas maiores potências mundiais. Qual era o sistema mais forte? O capitalismo ou o comunismo? Foi por esta razão que, para equilibrar a imagem dos dois sistemas o caso se resolveu temporariamente com um cessar fogo e não com um tratado de paz. Ambos os lados ficaram satisfeitos, e as duas coréias, tal como o marisco, ficaram divididas 

 

2.      De 1953 até março de 2013


Kim III visita fronteira em 09 março 2013

Neste período a Coréia do Norte dividiu toda a pobreza, que sempre foi enorme entre a população, manteve o nível de raiva elevado, e gastou todo o dinheiro disponível na manutenção de forças armadas sempre preparadas para o combate aguardando a “redenção”, a batalha das batalhas. Desenvolveu armas nucleares e foguetes, fez testes, lançou foguetes até quase o mar do Japão, atingiu “sem querer” uma região sul-coreana e provocou na imprensa mundial os EUA e a Coréia do Sul afirmando que tinha armas nucleares apontadas para o seu território. No início as nações unidas e os EUA contemporizaram e trocaram o cessar dos testes nucleares em troca de alimentos e outros gêneros de ajuda ao povo norte-coreano. Deram-lhe uns bois. Agora dão uma boiada inteira para não ouvirem mais nenhuma ameaça, porque a Coréia do Norte não pára com as ameaças, nem com os testes com foguetes.

O sistema capitalista tem os seus problemas, e muitos são graves. Muito graves. As populações estão diariamente envolvidas na luta pela sobrevivência. A competição é muito grande e há injustiças sociais de toda a ordem. No sistema comunista, a população divide o que tem disponível, não luta pela subsistência. Quem faz isso é o sistema de governo. Todo o produto interno bruto é usado para obtenção e manutenção de forças armadas fortes, compra de bens imprescindíveis. Se um dia precisarem entrar em guerra estarão poupados da luta pela subsistência, mas não terão esta pratica e será sinal de que chegaram ao limite de suportar, anos a fio, por gerações, a falta de tudo até de notícias. Sua guerra será cega guiada por generais. Deu certo na guerra do Vietnam, mas os tempos mudaram e a geopolítica também. Agora a China omite-se, até porque está em transição para um governo completamente capitalista, e a Rússia, em face desta posição da China, também desistirá porque já não é comunista. Nem um pouco. Recentemente um famoso jogador de basquete norte-americano, Dennis Rodman visitou a Coréia do Norte. Voltou de lá dizendo que Kim III é um bom garoto e que quer negociar com Barak Obama.  Parece ser bastante tarde. A ONU já decretou as sanções. O jogo acabou. Entendendo a situação, mas não muito, Kim III declarou que o cessa-fogo tinha acabado, um general diz que a Coréia do Norte está absolutamente preparada para a guerra. A Coréia do Sul afirma que não aceitará mais nenhuma provocação, os EUA dizem que defenderão firmemente a sua aliada, a Coréia do Sul, e em seguida, nesta segunda feira dia 10 de março de 2013, Kim III manda cortar as comunicações com a Coréia do Sul.

Dennis Rodman e Kim III bons amigos

 

 

 

 

 

 

 

 

Qualquer criança do primeiro nível escolar entenderia isto como uma declaração de guerra posto que o cessar-fogo acabou e as comunicações foram cortadas.

3.     A nova guerra da Coréia

 Aviões invisíveis aos radares, que a Coréia do Norte não tem, e poderosos telescópios estacionados em órbitas estratégicas, que a Coréia do Norte também não tem, já invadiram o seu território. As forças já selecionadas para a guerra sabem tudo sobre a Coréia do Norte. Esta pouco saberá, a partir de agora, sobre os EUA e a Coréia do Sul. Sinal de uma guerra eminente, porque qualquer demora em tomar ações representara maior grau de cegueira de informação. Ao menor movimento norte-coreano que indique qualquer preparativo para ação, será julgado de acordo e Coréia do Sul e EUA em ação conjunta, invadirão. Como sempre, com demolição de alvos com aviões stelt. Tal como na guerra dos seis dias, os equipamentos e instalações terrestres da Coréia do Norte serão destruídos num prazo que não passará dos três dias. Em mais uns dias para completar a semana, Kim III abdica, ou é suicidado, e ele ou seu representante nem assinarão acordo de paz. A Coréia do Norte será final e definitivamente absorvida pela Coréia do Sul. Porquê?

Porque o comunismo acabou e o Vietnam do Sul, capitalista já foi absorvido pelo Vietnam do Norte comunista num passado recente e precisa de redenção. As raivas acabarão finalmente. O povo da Coréia do Norte voltará a ter leite, pão, ovos, carne e roupas. Terá TVs de plasma, digitais, computadores, fará parte do contingente de trabalho da Coréia unificada. Terá que trabalhar no duro, num sistema produtivo, lutar pela vida como o restante dos 7 bilhões e meio de seres deste planeta. Sem cupons de racionamento, mas com os problemas do capitalismo.

Se eventualmente a Coréia do Norte lançar alguma bomba atômica, será sobre a Coréia do Sul, novamente na condição de marisco, mas neste caso, não haveria muita população do norte da Coréia que sobrasse para consumir os ovos, o leite, o pão, a carne e as roupas disponíveis. Mas, quem sabe, talvez a China se adiante aos EUA e tome a iniciativa de pôr o garoto Kim III no bom caminho e invada a Coreia do Norte. Não seria de admirar, porque aquela área do planeta é de influência chinesa e a China investiu nela durante longas décadas. 

E no meio de tudo isto, quatro lideres sul americanos pretendem restaurar o velho comunismo que de podre se está acabando. Pèlo menos é o que dão a entender com movimentos anti-americanos, mas parece que seus líderes só querem dinheiro e poder. São falsos comunistas. 

 

Rui Rodrigues

 

       

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     DP

    Na humanidade, o que importa é o individuo. Todo o resto da paisagem que nos cerca serve para manter o individuo. Vivemos em sociedades, cada uma com suas características e se viverem em paz entre si não teremos guerras. Parece lógico, mas ou não é lógico, ou há grupos dentro das sociedades que não entendem esta lógica. Esquecem o coletivo e olham para si mesmos querendo o mundo para si. Restringem a humanidade ao seu grupo.

    Todo o ser humano que seja verdadeiro democrata é a favor: 

    1. Dos direitos da criança
    2. Dos direitos humanos
    3. Da paz entre as sociedades e as nações
    4. Da igualdade de gêneros perante a lei e as instituições religiosas
    5. Pela liberdade de expressão em qualquer lugar
    6. Pela sustentabilidade do planeta
    7. Pela proteção da vida selvagem
    8. De rejeitar qualquer movimento ou ação terrorista
    9. De rejeitar qualquer tipo de violência
    10. De votar item por item a própria Constituição que regirá o governo
    11. De ampliar a democracia ao direito de deseleger quem perca a confiança do eleitor
    12. De ter voz decisiva nas decisões de Estado, por votação popular. 
    13. Da Justiça independente da política
    14. Da nomeação de Juízes do Supremo Tribunal e Ministros por votação popular. 
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