DEMOCRACIA PARTICIPATIVA- A única verdadeira!

O voto

O voto

O voto

Votar - Uma tarefa diária para defender seus interesses 

Analisando os dois tipos de voto: O da democracia representativa e o da democracia participativa.

 

  1. Voto na democracia atual, a representativa.

 

Vota-se de quatro em quatro ou de cinco em cinco anos, normalmente. Isso é tudo quanto é dado aos cidadãos participar nos destinos da nação. Nada mais se consegue, exceto se houver movimentos que levem para as ruas considerável parcela da população contrária a algum – ou a alguns - atos de governo que possam prejudicar os eleitores, a nação. Não se tira facilmente qualquer político do qual a maioria ou grande parte não goste. A conseqüência é que os políticos se julguem seguros e firmes em seus cargos e possam, ao representar a população, redigir leis e fazê-las aprovar sem consultar a nação.

 

Neste tipo de voto, as paixões se misturam com as necessidades. Votos podem ser comprados e políticos passam a vida inteira sendo eleitos mesmo sabendo-se da rejeição popular que detêm, fruto de sua vida política e até mesmo anterior a esta.

 

O eleitor segue a opinião do que escuta, do que pensa saber sobre os candidatos e os partidos. Não raro políticos e partidos saem de uma caixa de surpresas que realmente surpreende toda a nação, mas mais uma vez, não é fácil voltar atrás no voto, e mesmo que haja decepção com o governo ou algum político logo no inicio de seu governo, segue-se uma longa espera de quatro a cinco anos para que se possa trocar esses por outros que também decepcionarão ou não mostrarão nada de novo. É o sistema.

 

O voto não é consciente, porque se baseia na intenção de que este ou aquele político ou partido resolverá os problemas mais prementes dos anseios da nação. As civilizações humanas já têm mais de 12.000 anos e nada de profundo se alterou desde então. Continuamos a ter problemas nos serviços públicos, no progresso, com a corrupção, e há pobres e miseráveis pelas cidades e campos, cada vez em maior numero.

 

  1. O voto na democracia participativa.

 

Não há paixões envolvidas. Não há partidos políticos, não há bandeiras. A única bandeira é a da nação.

 

Vota-se a qualquer hora do dia, por necessidade e não por ouvir falar. Vota quem conhece e sabe, embora qualquer cidadão possa votar. Seus votos podem ser retirados, como prova de que não confia em seus servidores públicos que elege apenas e simplesmente para fazer cumprir a Constituição, as leis dela emanantes, de forma a haver ordem e progresso na nação com uma propriedade relevante que vale a pena reiterar: seus votos podem ser retirados pela simples vontade de retirar os votos porque aqueles nos quais votou já não são merecedores da sua confiança. Voto dado em confiança pode ser retirado também por falta de confiança.

 

Não haverão partidos políticos dizendo-nos para “votar neste” ou “não votar naquele”, porque não haverá filosofias políticas envolvidas, como capitalismo, comunismo, socialismo, reinados, republicas, impérios. O cidadão aprova o que acha justo e no que tem necessidade. As filosofias políticas ao longo de milênios foram um perfeito desastre humano. Não nos levaram a lugar nenhum sobre o qual possamos refletir e dizer: Somos uma raça humana e justa, ou que fez o que de melhor poderia fazer. Não. Temos que provar a nós mesmos que podemos ser muito melhores do que temos sido até aqui.

 

O voto participativo é consciente, e são tantas as coisas em que temos que votar, que não teremos tempo para dar atenção a partidos políticos.

 

Forças armadas nos defenderão, o policiamento cuidará de nossa segurança, os servidores públicos nomeados para cuidar da constituição trabalharão para atender a vontade da nação. Não têm que fazer acordos políticos, seu trabalho será simplificado e focado para o bem estar.

 

© Rui Rodrigues

 

 

 

 

 

 

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     DP

    Na humanidade, o que importa é o individuo. Todo o resto da paisagem que nos cerca serve para manter o individuo. Vivemos em sociedades, cada uma com suas características e se viverem em paz entre si não teremos guerras. Parece lógico, mas ou não é lógico, ou há grupos dentro das sociedades que não entendem esta lógica. Esquecem o coletivo e olham para si mesmos querendo o mundo para si. Restringem a humanidade ao seu grupo.

    Todo o ser humano que seja verdadeiro democrata é a favor: 

    1. Dos direitos da criança
    2. Dos direitos humanos
    3. Da paz entre as sociedades e as nações
    4. Da igualdade de gêneros perante a lei e as instituições religiosas
    5. Pela liberdade de expressão em qualquer lugar
    6. Pela sustentabilidade do planeta
    7. Pela proteção da vida selvagem
    8. De rejeitar qualquer movimento ou ação terrorista
    9. De rejeitar qualquer tipo de violência
    10. De votar item por item a própria Constituição que regirá o governo
    11. De ampliar a democracia ao direito de deseleger quem perca a confiança do eleitor
    12. De ter voz decisiva nas decisões de Estado, por votação popular. 
    13. Da Justiça independente da política
    14. Da nomeação de Juízes do Supremo Tribunal e Ministros por votação popular. 
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