DEMOCRACIA PARTICIPATIVA- A única verdadeira!

Uma velha profissão: Políticos artistas!

Uma velha profissão: Políticos artistas!

Uma velha profissão: Políticos artistas!

 Atores políticos ou políticos atores?

Nos bons tempos de um passado recente, os artistas eram políticos e reclamavam da política. Hoje estão calados. Nem dos políticos artistas reclamam. Os governos encontraram um meio de não reclamarem: Pagam-lhes shows ricamente e a peso de ouro todos os dias, todos os fins de semana, para uma platéia pagante que se ilude com o fato de anunciarem que estes shows são grátis.

 

Que estamos numa das maiores crises da história, não resta a menor dúvida possível. É fato, é notório, sente-se no bolso, na qualidade dos serviços públicos (ou na sua falta), nas compras de alimentação, em tudo. Respira-se crise, chora-se a vida, e desta vez não é conversa de quem tem a barriga cheia.


E invariavelmente continuamos falando de fulanos e de cicranas, todos políticos, atribuindo-lhes erros pessoais, culpando-os disto e daquilo, e quando se consegue enxergar que a culpa não pode ser apenas deles, culpam-se os partidos.

 

O regime político, o sistema, os termos da constituição, esses nem se discutem, preferem-se os nomes famosos da grande Broadway da política, toda iluminada por holofotes pagos pela mídia para aparecerem com suas roupas de marca, bem maquiados, sorrisos e comportamento Standard de “alto padrão”, demonstrando poder, discernimento, atenção, preocupação, vontade de resolver. Assistimos a peças todos os dias, vendo e sentindo contradições, muita ação e nenhum resultado prático, desde as três pancadas para abrir as cortinas do palco, todos os dias, até o cair do pano.


São raros os artistas que vêm ao palco receber as palmas. A maioria deles tem o rabo preso de tal modo aos bastidores que não têm como alcançar o palco. Alguns conversam com as autoridades que os inquirem sobre suas atividades escusas.

 

Foi assim em quase todos os países da Europa em crise desde 2008. A maioria dos que saíram, saíram à francesa, meio à socapa, tentando ser invisível em sua declinação de continuar a governar no palco da Broadway. Alguns ainda pensam em voltar apesar de tudo. Outros dizem que não tiveram culpa de nada e outros que nem se lembram.

 

E a platéia inteira, desde a platéia propriamente dita até o balcão e as frisas, diverte-se preocupada ao discutir o papel de cada ator, muitas vezes sem mencionar o autor, e muito menos sem ter lido o texto que é uma constituição para se atuar como deveria ser.

 

Não sei em que momento exato nem porque razão comecei a falar de política e entrei num teatro onde se representam peças todos os dias, como na Broadway, mas estou certo que público pagante e políticos atores também não sabem como se tornaram público nem como se tornaram atores quando o que queriam mesmo era governar a seu modo. Pelo menos era o que diziam à boca cheia pelas ruas e praças das cidades, vilas e campos. E ainda dizem.

 

Mas no fundo é como se subissem a escadaria de palácio, e ao abrir a porta entrassem no palco logo após passarem pelos bastidores. Pois a culpa de tudo, definitivamente e a meu ver, incluindo estas crises tremendas, são os bastidores: Os políticos entram no palácio, chegam aos bastidores e aí mesmo os transformam em artistas. Isto parece muito claro, porque o discurso antes de subirem as escadarias dos palácios, quando falavam a boca cheia pelas cidades vilas e campos, não é o papel que representam no palco, ao vivo, diariamente. Pelo contrário, são tão diferentes que a única ligação entre os dois comportamentos está nos bastidores. Um bom exemplo é o de um ator da mais tradicional ópera burda italiana, que sumiu sem quase se despedir do público e agora, experiente porque já passou pelos bastidores, apesar de todas as demonstrações de iniqüidade, mostrar desejos de voltar á Broadway. Perdão! Ao governo... Não é diferente em Portugal, onde o novo governo mantém cavacos antigos e tradicionais do tempo em que havia censura no palco e estuda seu papel pelo mesmo texto constituinte dos tempos do que se suicidou desastradamente do alto de uma cadeira que manteve no palco por 48 longos anos. O publico pagante português assistiu pacientemente à mesma peça todos os dias durante 17.520 dias. Haja paciência... E se formos à Espanha, constatamos que o Rei Liar dos tempos modernos sai para caçar elefantes em plena crise, quebra uma perna, é assistido em hospitais às custas públicas, e continua no palco mesmo depois que o PP, uma escola de formação de atores oposicionistas, se mostrou igual aos que combatia, depois que passou pelos bastidores evidentemente, logo que subiu as escadas do palácio, antes de entrar no palco. Nos bastidores se aprende política, entra-se no sistema sem medo de ser perseguido. Os representantes dos partidos e os que financiam as peças de teatro, digo, de governo, estão lá, ensinando política, "grátis". É "pegar ou largar" e todos pegam. è o público pagante que paga tudo. Até o champanhe!

  

Do teatro grego, perdão, da política grega, nem vamos falar... Já têm mais de três mil anos e inventaram o teatro democrático ou a democracia teatral. Para falar a verdade, inventaram a mais linda e bela e eficiente democracia do mundo, mas uma escola de teatro político ou de política teatral, esta liderada pelos Sofistas, do Sófocles, não a permitiram. Era participativa a democrcia original, mas o que lhes interessava aos sofistas. para poderem impor os seus papeis no palco, era a Representativa. Ou seja, mesmo que trocassem os atores, a peça continuaria a ser representada "ad eternum"...

 

Espera-se o renascer do teatro político... Uma nova peça que não seja trágica, nem tragicômica, nem uma comédia. Precisamos de uma peça ultra-realista, tal como na pintura, onde as virtudes e as indecências sejam realçadas e nos entre pelos olhos de forma instantânea, que o público pagante possa entender e nem sinta a necessidade de discutir sobre os atores enquanto representam, porque escreveram a própria peça e a dirigem...

 

Afinal, o que interessa é a peça e não os autores. A mensagem vem da peça, não dos atores. Atores apenas representam e merecem salário justo por seu trabalho quando seu trabalho é justo. O mérito é da peça!

 

Breve em cartaz: A Democracia Real, Verdadeira, Participativa! Esta sim, uma peça que vale a pena ver, participar..


Rui Rodrigues

 

 

 

 

 

  • DEMOCRACIA PARTICIPATIVA, TOTAL, VERDADEIRA,
  • Como funciona a Democracia Participativa- Divulgar
  • Brasil - Esboço para nova Constituição
  • Portugal - Esboço para Nova Constituição
  • Sites sobre Democracia Participativa
  • O despertar do Norte de África-(E da humanidade?)
  • O uso de seu voto na democracia participativa
  • Tabus Sociais e a Democracia Participativa
  • Mensagem aos portugueses
  • senhores candidatos, com que cara vão pedir votos?
  • Sobre transição da Ditadura para “Democracia” e...
  • Sobre os bancos que recolhem as verbas públicas
  • O clima está mudando e as cigarras são poucas.
  • Chega de hipocrisia política- Basta!
  • A produtividade da emergente economia brasileira
  • O que esperamos nós, amantes da ética...
  • VOCÊ É RICO POBRE OU MISERÁVEL? – (Decida)
  • Cenário -2018
  • VIOLÊNCIA NO MUNDO (O que poucos admitem)
  • CAMARATE- Depoimento do ATENTADO e envolvimentos
  • Porque crise mundial não termina antes de 2018/28
  • O Brasil que queremos e a curva de Gauss
  • A crise econômica portuguesa, o fado, e a solução
  • 2011-Dívidas interna/externa de Portugal e Brasil
  • O perfil vencedor de um candidato a senador
  • Indecisões na Vida - E na política
  • A asquerosidade dos ratos de esgoto
  • Crise Mundial de 2008 – Fundamentos
  • Curdos - Síria - Bashar al-Assad
  • Intervenção do estado na democracia brasileira
  • From Russia With Love - Da Rússia com amor
  • Está lá o corpo estendido no chão
  • Crise econômica mundial e as “mudanças” políticas
  • Cuba, Fidel e o fim do Comunismo
  • Visões modernas do Socialismo no Brasil
  • Tudo bem, senhores do governo[1], roubem à vontade
  • Angola - Curiosidades sobre uma nova nação
  • A rica industria da pobreza
  • Esses Líderes de Araque
  • Homens e mulheres à frente do “seu” tempo!
  • O futuro de Portugal- Essa sociedade amorfa
  • CHINA , presente e futuro - 中国,现在和未来
  • Sem ilusões - Política e dopamina
  • Afundem o Lusitânia e outros 3 engôdos políticos
  • Crise mundial - sou paciente - Tenho paciência
  • Pressões sociais hoje – A Partilha do queijo
  • Brasil - Porque o PT perdeu as eleições – 2012
  • O Brasil de hoje - Uma opinião sem muita filosofia
  • Portugal – Como sair da crise de 2008
  • Política e vida à luz da consciência -
  • Panorama mundial - 2012.
  • O que é emigrar - Portugueses
  • Como passar em provas - Brasil - ENEM
  • O dilema do eleitor na hora de votar.
  • Vamos acabar com as guerras?
  • Os últimos condenados à morte
  • Good bye Romney!
  • Goa, Damão e Diu – Outra verdade!
  • Os neoescravos do século XXI
  • Humanidade encurralada !!!
  • Amazônia – Uma solução
  • Carta Aberta a Angela Merkel
  • Brasil fora de Ordem e de Progresso?
  • Como começa uma guerra mundial – Sinais
  • De olho em Dilma Rousseff - Reeleição jamais!
  • O Oriente Médio – momento atual e futuro.
  • Penso, então existo.
  • Economia - Um jogo de Pôquer ?
  • Lula suicidou-se!
  • Curemo-nos a nós mesmos
  • Contratos - No âmbito da administração pública
  • A necessidade da política tal como a conhecemos
  • Política- O incrível exército dos moribundos
  • Ensaio sobre a existência
  • O conflito Israel-palestino - O Cerne da Questão
  • Uma velha profissão: Políticos artistas!
  • Bento XVI, a Igreja Católica e as mudanças
  • Construindo imagens do mundo.
  • Bolsa de apostas - Quem será novo Papa
  • Consciência Planetária
  • A segunda guerra da Coréia
  • Os sete trabalhos de Francisco
  • Precisamos de um novo modelo econômico?
  • Sobre Margareth Thatcher – Conclusão póstuma.
  • Sobre os povos indígenas[1]
  • Como acabar com o terrorismo – Um processo difícil
  • A tragédia portuguesa - A verdade !
  • A ilha de Páscoa, um exemplo da sustentabilidade
  • Feminino masculino - Hatshepsut e Joana
  • O futuro político do Brasil – Sem muita filosofia.
  • Atlântida - A verdade à luz de Platão.
  • O despertar do monstro humanidade
  • Sexo e filhos
  • Conto - Manitu e Alce Pensativo
  • Caminhadas pela natureza da vida
  • Entenda-se Lula e Dilma e “seus” governos.
  • O messianismo político na América do Sul
  • A fama no tempo dos que governam.
  • Os arquivos secretos de Lula
  • Entendendo o Senhor Ministro Barbosa
  • O extraterrestre de Catités
  • Os quatro cavaleiros do Petecalipse.
  • Rumos da política portuguesa
  • RecaPiTulando o PT....
  • O livro vermelho do Crack
  • Seja sempre honesto quando procurar emprego.
  • Acredite, há um modo fácil de ser feliz neste mund
  • Tese Social - A armadilha do Destino
  • Sociedades em transformação e o Mundo Gay
  • O mendigo [1] ilustrado
  • A nobre arte de varrer e o “socialismo transnacio”
  • Razões dos movimentos de rua no Brasil 2013
  • Carta aberta ao Governo e ao Congresso Nacional
  • A JURISPRUDÊNCIA E A MORALIZAÇÃO DO BRASIL
  • Egito – uma primavera da humanidade ?
  • Senatus Populis Que Brasilis.
  • Apelo às forças armadas do Brasil
  • Uma hora de cidadão na democracia participativa.
  • O voto
  • Sete bilhões de humanos procurando governo honesto
  • O PAPA FRANCISCO QUE SE CUIDE...
  • conto - Meus professores me enganaram.
  • Se eu fosse senador
  • o Nojo....
  • Como os cidadãos podem governar por si mesmos
  • Cabum ! Preparação para nova guerra ?
  • Traição à Pátria
  • A neve de Verão (sob o ponto de vista do boi)
  • Weimar 1919 e Brasil 2013 - Um paralelo
  • Porque o Papa Francisco pede para rezar por ele
  • Venha viajar de balão. É grátis.
  • INTERVENÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS.
  • Os acordos "Direita x Esquerda" e o fosso de vácuo
  • O caso dos Pesseghini. História mal contada ?
  • Brasil em impasse político
  • O Ciclo do Comunismo - Ascensão e queda.
  • Carta Aberta ao Ministro Lewandovsky
  • O “deus tutelar” - Seus efeitos sociais e ...
  • Esboço para alterações políticas - Brasil
  • O casamento e o presidente.
  • MOTIVAÇÕES de líderes mundiais
  • Limpando o senado federal, dando-lhe ética e moral
  • protocolo e cerimonial Planalto e Casa Branca
  • O amor nos tempos do dengue.
  • Minha admiração pela "Ladeira Abaixo 10"
  • O mercado de drogas. Como combater.
  • O melhor Partido Político.
  • Já sentiu saudades de um tempo que nunca viveu?
  • Acha que o “mundo” está mudando ?
  • O ultimo encontro com Fidel Castro
  • A Política no Brasil em tons de verde e amarelo
  • O Socialismo do século XXI – Nu e cru.
  • Ucrânia – Crimeia por Guantánamo?
  • O que podemos mudar no mundo para ser mais justo?
  • A Democracia Participativa e as eleições de 2014.
  • A famigerada copa Brasil 2014 da FIFA.
  • As eleições de 2014
  • O momento político-econômico do Brasil - jan 2015
  • 2015 - Já vimos este filme antes?
  • Refletindo sobre guerras - Teremos mais uma ?
  • A Grande Esperança para a humanidade e o Ambiente
  • A Ordem é uma estrada e por ela vai um Bando...
  • Contactos
  • Translate this Page



    ONLINE
    1






     DP

    Na humanidade, o que importa é o individuo. Todo o resto da paisagem que nos cerca serve para manter o individuo. Vivemos em sociedades, cada uma com suas características e se viverem em paz entre si não teremos guerras. Parece lógico, mas ou não é lógico, ou há grupos dentro das sociedades que não entendem esta lógica. Esquecem o coletivo e olham para si mesmos querendo o mundo para si. Restringem a humanidade ao seu grupo.

    Todo o ser humano que seja verdadeiro democrata é a favor: 

    1. Dos direitos da criança
    2. Dos direitos humanos
    3. Da paz entre as sociedades e as nações
    4. Da igualdade de gêneros perante a lei e as instituições religiosas
    5. Pela liberdade de expressão em qualquer lugar
    6. Pela sustentabilidade do planeta
    7. Pela proteção da vida selvagem
    8. De rejeitar qualquer movimento ou ação terrorista
    9. De rejeitar qualquer tipo de violência
    10. De votar item por item a própria Constituição que regirá o governo
    11. De ampliar a democracia ao direito de deseleger quem perca a confiança do eleitor
    12. De ter voz decisiva nas decisões de Estado, por votação popular. 
    13. Da Justiça independente da política
    14. Da nomeação de Juízes do Supremo Tribunal e Ministros por votação popular. 
    Blog recomendado para assuntos gerais relacionados ou não com este tema: