DEMOCRACIA PARTICIPATIVA- A única verdadeira!

Crise mundial - sou paciente - Tenho paciência

Crise mundial - sou paciente - Tenho paciência

explosão bomba atômica
Crise mundial. Sou paciente. Tenho paciência.
 
Já vi algumas revoluções acontecerem pelo mundo, mas nenhuma parecida com esta, que estamos vivendo, mas sei que também passará. Tudo nesta vida passa. O problema é sempre se passa antes que nós passemos também desta vida, ou depois.
 
Um dia darão na história um nome para esta revolução macia, surda, tramada nos bastidores da democracia e que está causando sofrimento no mundo inteiro, de norte a sul, de leste a oeste.
 
Trata-se, em suma, do assalto aos cofres públicos por empresas nacionais e multinacionais, ao redor do mundo, sob a alegação de que criam empregos.
 
Um resumo muito sucinto e compreensível poderá ser como este:
 
  1. Com a queda do muro de Berlim e a incapacidade do comunismo de resolver seus problemas de planejamento, produção, crescimento, cai o muro de Berlim como símbolo do inicio do fim do comunismo e cria-se um vácuo na política internacional: O capitalismo já não tem adversário. Os trabalhadores ficam órfãos. Os sindicatos começam a perder a força.
  2. Como numa balança, o capitalismo tradicional tende para a esquerda sem deixar de ser direita e o outro capitalismo, o da ambição desenfreada ou selvagem, ocupa a extrema direita.
  3. Inicia-se o processo de globalização. Governos de todo o mundo começam a vender o seu ativo: as Estatais, que já não davam “lucro” por serem cabides de emprego de políticos influentes, cada um na sua estatal, e que lhes exauriam as verbas. Como as estatais tinham prejuízo pela ação dos políticos, nada mais natural que essa corrupção se estendesse às novas empresas, modificando-se o sistema de distribuição dos “lucros”.
  4. O primeiro impacto foi a diminuição dos postos de trabalho. Para dar lucro era necessário enxugar as empresas que antes eram estatais. Muitos desempregados deixaram de poder pagar as suas contas nos bancos aos quais haviam pedido crédito. A força dos sindicatos continuou em descida.
  5. Em 2008 três Bancos deram sinais de inadimplência devido, ao que se legou, a deficiente administração nos empréstimos imobiliários. Apavorados com a possibilidade de uma crise nas proporções da de 1929, os governos de todo o mundo, comprados ou não pelos banqueiros, decidiram ceder verbas públicas, produto de impostos, a Bancos. A qualidade dos serviços públicos piorou, os governos ficaram sem lastro, as empresas de avaliação da capacidade de liquidez bancaria rebaixaram as notas desses países que cederam verbas públicas e a desconfiança no mercado se instalou definitivamente. Os próprios Bancos retiveram esse dinheiro com medo de não o terem de volta.
  6. O que se desejava evitar, a crise, diziam, ainda não terminou em 2012. Os juros subiram. Os Bancos ficaram com o dinheiro dos governos, receberam juros de até 200% ao ano de empréstimos em cartão de crédito no Brasil, e atingiu níveis exorbitantes na Grécia, na Espanha, na Itália, em Portugal e em outros países.
  7. Começaram os movimentos de indignados nas ruas, como o de NY, e os da Grécia, Inglaterra, Espanha, Itália. O Chile foi para as ruas reclamando melhor educação. Este movimento, nascido em 2010, terminou como por encanto em meados de 2012 sem que o panorama econômico mundial melhorasse.
  8. O mundo árabe da África do Norte exige democracia e explode na primavera árabe quebrando velhos tabus do Islã: Da vontade ou não de Alah, nenhum governante islâmico passaria a poder eternizar-se no poder.  
  9. O mundo, em 2012 entra numa fase de economia de guerra, todos os cidadãos e governos trabalhando para pagar dívidas a banqueiros.
  10. Os sindicatos já não têm a mínima força, a democracia transformou-se numa ditadura do capital, as grandes empresas servem os seus produtos como querem, os cidadãos não têm a quem reclamar, ou se reclamam não há quem os ouça e tome uma atitude. Impera o desânimo, empresas e governos reinam absolutos. O povo nem sai para as ruas. Governos extremistas e ditatoriais gritam seus últimos gritos impotentes. O capital tem que ser aberto às nações, como os chineses já foram obrigados a abrir seus portos no passado.
  11. Decresce a qualidade dos serviços porque os Estados são coniventes. Bancos e empresas  apresentam lucros Record, os ativos dos tesouros nacionais diminuem quase à beira da falência como nação.
  12. Sem confiança no mercado a nível internaional, o capital imobiliza-se esperando melhores dias, cai o emprego, os governos recebem menos impostos, mas ainda há o suficiente para satisfazer as ambições de empresarios, políticos, banqueiros. Um dia não será suficiente.  A crise arrasta-se.
 
Excelentes economistas “políticos” poderiam ter planejado esta crise como planejaram a de 1929. Eu não duvido.
 
No entanto, este relativo silêncio das massas cheira-me a “déjá vue”. Lembra-me o estourar de uma bomba atômica que ao explodir absorve as ondas de som, ficando tudo em silêncio... Depois chegam as ondas de choque e não deixam pedra sobre pedra.
 
Rui Rodrigues
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     DP

    Na humanidade, o que importa é o individuo. Todo o resto da paisagem que nos cerca serve para manter o individuo. Vivemos em sociedades, cada uma com suas características e se viverem em paz entre si não teremos guerras. Parece lógico, mas ou não é lógico, ou há grupos dentro das sociedades que não entendem esta lógica. Esquecem o coletivo e olham para si mesmos querendo o mundo para si. Restringem a humanidade ao seu grupo.

    Todo o ser humano que seja verdadeiro democrata é a favor: 

    1. Dos direitos da criança
    2. Dos direitos humanos
    3. Da paz entre as sociedades e as nações
    4. Da igualdade de gêneros perante a lei e as instituições religiosas
    5. Pela liberdade de expressão em qualquer lugar
    6. Pela sustentabilidade do planeta
    7. Pela proteção da vida selvagem
    8. De rejeitar qualquer movimento ou ação terrorista
    9. De rejeitar qualquer tipo de violência
    10. De votar item por item a própria Constituição que regirá o governo
    11. De ampliar a democracia ao direito de deseleger quem perca a confiança do eleitor
    12. De ter voz decisiva nas decisões de Estado, por votação popular. 
    13. Da Justiça independente da política
    14. Da nomeação de Juízes do Supremo Tribunal e Ministros por votação popular. 
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